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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Tempo de Natal pode significar muita coisa... basta abrir os olhos e os ouvidos do coração!
... e Paz na Terra
aos homens de boa vontade.
Verdade seja dita que a alegria, a festa e a empatia podem acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar...
...e que, se naquele tempo os anjos celebraram cantando por terras de Belém,
hoje em dia também podem descer à Terra sob a forma de mulheres e homens comuns, à hora de almoço, num centro comercial perto de nós... :)
...trazendo música consigo, pois claro,
ou alguém duvida disso?!? :))
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Eu sou do tamanho do que vejo
«Da minha aldeia vejo quanto da terra
Se pode ver do Universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande
como outra terra qualquer.
Porque eu sou do tamanho do que vejo
e não do tamanho da minha altura…»
Fernando Pessoa
terça-feira, 27 de julho de 2010
O caminho menos óbvio, mas não menos necessário...
“Seria mais fácil...
Fazer como todo mundo faz
Caminho mais curto
Produto que vende mais...
Mas nós dançamos no silêncio
Choramos no carnaval
Não vemos graça nas gracinhas da tv
Morremos de rir no horário eleitoral...
Sabemos que não é bem assim...”
Humberto Gessinger
Fazer como todo mundo faz
Caminho mais curto
Produto que vende mais...
Mas nós dançamos no silêncio
Choramos no carnaval
Não vemos graça nas gracinhas da tv
Morremos de rir no horário eleitoral...
Sabemos que não é bem assim...”
Humberto Gessinger
domingo, 30 de maio de 2010
O que fazer com as pedras do caminho...
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo,
e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Parte inicial do texto de Augusto Cury, e última parte de autor desconhecido
sábado, 29 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Nada me falta
O Senhor é meu pastor: nada me falta.Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma.
Ele me guia por sendas direitas,
por amor do Seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o Vosso cajado e o Vosso báculo me enchem de confiança.
Para mim preparais a mesa, à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça, e o meu cálice transborda.
A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.
Salmo 23
Sou um ser feliz,porque mesmo nos momentos mais difíceis da minha vida
nunca tenho perdido o norte, nem o pé,
porque o meu Senhor está sempre comigo
e faz-me sentir segura e amada.
Muito amada.
Este salmo é um hino belo e real,
e por isso me diz tanto,
porque o sinto intensa e interiormente.
E todas as noites adormeço em paz
porque me aconchego no Seu regaço.
É muito belo e demasiado difícil de explicar.
Até porque nem sequer é tão profundo quanto devia ser
ou quanto eu queria que fosse
ou quanto eu suspeito que possa ser
se vivido com total entrega.
E eu sou muito pequenina e limitada,
por isso ainda me falta muito para chegar mais perto...
... mas continuo a tentar.
Não desisto.
Sou teimosa.
E persistente.
E optimista.
Por isso continuo o meu caminho
procurando a Sua Mão
para me acompanhar,
conduzir
e proteger.
Helena
terça-feira, 20 de abril de 2010
Escuta a chuva a chegar
"Esta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam connosco nem nos interessam.
Não há perdão nem amnistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço da sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser actualizado, produtivo e bem informado. É indispensável circular, ser bem-relacionado. Quem não corre com a manada, praticamente nem existe, se não tomar cuidado, põem-no numa jaula: um animal estranho.
Pressionados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou por trilhos determinadas – como hamsters que se alimentam da sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa ou dentro de si mesmo ameaça quem apanha um susto de cada vez que examina a sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não «se arranjou» ninguém – como se a amizade ou o amor se «arranjasse» numa loja.
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Pensamos logo em depressão: quem sabe terapia e antidepressivos? Uma criança que não brinca ou salta ou participa de actividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio assusta-nos por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incómodas e mal--resolvidas, ou se observa outro ângulo de nós mesmos. Damo-nos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre a casa, o trabalho e o bar, a praia ou o campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo para além desse que paga contas, faz amor, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais os seus desejos e medos, os seus projectos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruído, ruídos. Chegamos a casa e ligamos a televisão antes de largarmos a carteira ou a pasta. Não é para assistirmos a um programa: é pela distracção.
O silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de vermos quem – ou o que – somos, adiamos o confronto com a nossa alma sem máscaras.
Mas, se aprendermos a gostar um pouco de sossego, descobrimos – em nós e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente negativas.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém me pôs a mão no ombro de criança e disse:
— Fica quietinha um momento só, escuta a chuva a chegar.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela nos refazemos para voltarmos mais inteiros ao convívio, às tantas frases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, dêem-me isso: um pouco de silêncio bom, para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito para além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos."
Lya Luft
Pensar é transgredir
Lisboa, Presença, 2005
Texto adaptado
Foto de Lior Dayan
terça-feira, 30 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
A Amizade é Incurável
Eu talvez não tenha muitos amigos.Mas os que eu tenho são os melhores
que alguém poderia ter.
Além disso tenho sorte, porque os
amigos que tenho têm muitos
amigos e os dividem comigo.
Assim o meu número de amigos sempre
aumenta, já que eu sempre ganho
amigos dos meus amigos.
Foi assim aqui, uns eu ganhei há tempos,
outros são mais recentes.
E quem os deu não ficou sem eles,
pois a amizade pode sempre ser
dividida sem nunca diminuir
ou enfraquecer.
Pelo contrário, quanto mais dividida,
mais ela aumenta.
E há mais vantagens na amizade:
é uma das poucas coisas que não
custam nada e valem muito,
embora não sejam vendáveis.
Entretanto, é preciso que se cuide um
pouco das amizades. As mais recentes,
por exemplo, precisam de alguns cuidados.
Poucos, é verdade, mas indispensáveis.
É preciso mantê-los com um
certo calor,falar com eles mais
amiúde e no início, com muito jeito.
Com o tempo eles crescem, ficam
fortes e até suportam alguns trancos.
Os mais antigos, já sólidos, não exigem
muito, são como as mudas das plantas,
que depois de enraizadas, parecem
poder viver sem cuidados, porém não
podem jamais ser esquecidas.
Algo é preciso para mantê-las vivas.
Prezo muito minhas amizades e
reservo sempre um canto no
meu peito para elas.
E, sempre que surge a ocasião, também
não perco a oportunidade de dar um
amigo a um amigo, da mesma forma
que eu ganhei vocês.
E não adiantam as despedidas.
De um amigo ninguém se livra fácil.
A amizade além de contagiosa
é totalmente incurável.
Vinicius de Morais
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
No mistério do sem-fim
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Inquietude de alma...
As vezes tenho ideias felizes,Ideias subitamente felizes, em ideias
E nas palavras em que naturalmente se despegam...
Depois de escrever, leio...
Por que escrevi isto?
Onde fui buscar isto?
De onde me veio isto?
Isto é melhor do que eu...
Seremos nós neste mundo apenas canetas com tinta
Com que alguém escreve a valer o que nós aqui traçamos?...
Álvaro de Campos
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Entrega total
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
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