Beautiful song, beautiful video. To the love of a life.
sábado, 21 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
"O FUNDO DA LINHA" - O tempo esgotou-se
Recifes de coral que levaram milhares de anos a formar-se. Peixes com 200 anos. Ecossistemas frágeis.
Tudo destruído com uma única passagem de uma rede de arrasto.
"Uma rede de arrasto pode varrer uma área do tamanho de 5 mil campos de futebol numa única viagem.
Está na hora de cumprir as regras ou de parar com a pesca de profundidade em alto mar."
É inacreditável o mal que a inconsciência humana pode fazer!... Ou a ganância.
Revolta-me, dá-me náuseas, e tenho vontade de chorar, ao ver estas imagens.
"Uma rede de arrasto pode varrer uma área do tamanho de 5 mil campos de futebol numa única viagem.
Está na hora de cumprir as regras ou de parar com a pesca de profundidade em alto mar."
A Greenpeace está a divulgar o vídeo O Fundo da Linha para alertar para a destruição causada pela pesca de profundidade em águas internacionais. Este vídeo conta com o apoio de Sigourney Weaver e insta os governos de todo o mundo a adoptar medidas concretas e urgentes para defender a vida marinha que se esconde nas profundezas dos oceanos.
A Greenpeace está na estrada para sensibilizar consumidores para as ameaças que os ecossistemas vulneráveis em alto mar enfrentam e pressionar os retalhistas a tomar a liderança e parar de comercializar espécies de peixe de profundidade. Estas grandes empresas têm o dever de garantir aos seus consumidores a sustentabilidade de todo o peixe que vendem e de não encorajar a destruição dos últimos refúgios de vida marinha do planeta.
Este vídeo é uma boa oportunidade para divulgar as ameaças que os ecossistemas das águas profundas enfrentam.
Este vídeo é uma boa oportunidade para divulgar as ameaças que os ecossistemas das águas profundas enfrentam.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A união da alma com Cristo por Edith Stein
«Eis o Esposo! Ide ao Seu encontro»
A união da alma com Cristo não é o mesmo que a comunhão entre duas pessoas humanas: começa com o baptismo e é constantemente reforçada com os outros sacramentos, é uma integração e um impulso de seiva – como nos diz o símbolo da videira e dos ramos (Jo 15). Este acto de união com Cristo provoca uma aproximação membro a membro entre todos os cristãos. Assim, a Igreja toma a figura do Corpo Místico de Cristo. Este corpo é um corpo vivo e o espírito que o anima é o Espírito de Cristo que, partindo da cabeça, se comunica a todos os membros; o espírito que emana de Cristo é o Espírito Santo, e por conseguinte a Igreja é o templo do Espírito Santo (cf 1Co 6, 19).Santa Teresa Benedita da Cruz [Edith Stein] (1891-1942), carmelita, mártir co-padroeira da Europa
A mulher e o seu destino (a partir da trad. Amiot-Dumont 1956, p. 124)
Hoje é o dia da festa litúrgica de Santa Teresa Benedita da Cruz, mais conhecida pelo seu nome civil, Edith Stein. Nasceu judia, estudou filosofia, perdeu a fé, converteu-se a Cristo, fez-se Religiosa Carmelita e foi morta em Aschwitz, no Holocausto nazi.
A mulher e o seu destino (a partir da trad. Amiot-Dumont 1956, p. 124)
Hoje é o dia da festa litúrgica de Santa Teresa Benedita da Cruz, mais conhecida pelo seu nome civil, Edith Stein. Nasceu judia, estudou filosofia, perdeu a fé, converteu-se a Cristo, fez-se Religiosa Carmelita e foi morta em Aschwitz, no Holocausto nazi.
Uma mulher extraordinária, a conhecer melhor.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Revisitando Fernão Capelo Gaivota
Lost, on a painted sky Where the clouds are hung For the poet's eye You may find him If you may find him.... There, on a distant shore By the wings of dreams Through an open door You may know him, if you may... Be as a page that aches for a word Which speaks on a theme that is timeless And the one God will make for your day
Sing As a song in search of a voice that is silent And the sun God will make for your way And we dance To a whispered voice Overheard by the soul, Undertook by the heart And you may know it If you may know it While the sand would become the stone Which begat the spark Turned to living bone Holy, holy Sanctus, sanctus... Be as a page that aches for a word Which speaks on a theme that is timeless And the one God will make for your day Sing As a song in search of a voice that is silent And the one God will make for your way
sexta-feira, 30 de julho de 2010
"Alimenta-te de Deus, e saboreia o que ultrapassa todo o sabor..."
Passo a Rezar - Uma descoberta recente
Deixo aqui o link para um site extraordinário,
que pode ser uma ajuda preciosa
na experiência interior e pessoal da oração,
no caminho do encontro com o Pai:
E uma paragem especial em:
Só isso.
Não interrogues nem busques:
deixa que seja Deus a procurar-te.
Não caminhes:
Deus virá ao teu encontro.
Não procures contemplar:
permite antes que Deus te contemple.
Não rezes:
deixa que, em silêncio, Ele reze o que tu és."
"Não és apenas tu que tens sede e desejo de Deus:
Deus deseja a tua presença,
corre de mil maneiras ao teu encontro!
Encanta-se contigo.
Permite que Deus veja mesmo o teu rosto.
Deixa Deus revelar no teu rosto
a beleza e a paz que sozinho não consegues ver."
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Wonderful songs, amazing performances!
Both Sides Now
The Times They Are A-Changin'
Send In The Clowns
The Times They Are A-Changin'
Send In The Clowns
terça-feira, 27 de julho de 2010
Turtle Quartet - Respira-se talento e genialidade por aqui...
A reinvenção... das cordas!
Model Trane
Snow What
Bach's Lunch
Variations on themes by J.S.Bach
Seven Steps to Bach
Bach ou Jazz?... Ou melhor: Bach e Jazz?!?!?!?
Model Trane
Snow What
Bach's Lunch
Variations on themes by J.S.Bach
Seven Steps to Bach
Bach ou Jazz?... Ou melhor: Bach e Jazz?!?!?!?
O caminho menos óbvio, mas não menos necessário...
“Seria mais fácil...
Fazer como todo mundo faz
Caminho mais curto
Produto que vende mais...
Mas nós dançamos no silêncio
Choramos no carnaval
Não vemos graça nas gracinhas da tv
Morremos de rir no horário eleitoral...
Sabemos que não é bem assim...”
Humberto Gessinger
Fazer como todo mundo faz
Caminho mais curto
Produto que vende mais...
Mas nós dançamos no silêncio
Choramos no carnaval
Não vemos graça nas gracinhas da tv
Morremos de rir no horário eleitoral...
Sabemos que não é bem assim...”
Humberto Gessinger
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Contentar-se com o necessário
Por: JOSÉ REBELO, Director da revista World Mission
Artigo de opinião da Revista Além-Mar de Abril de 2010
Relações pessoais, comunhão, meditação, empenho de fé podem fazer muito mais que o dinheiro pela nossa felicidade.
A cultura consumista que se impôs no Ocidente conseguiu espalhar-se pelo planeta inteiro, chegando até aos mais remotos lugares. O resultado desta colonização cultural está à vista, em todo o lado: as pessoas acabam por fazer compras mais para satisfazer necessidades impostas do que necessidades reais. Deixa-nos perplexos, por exemplo, ver que há pessoas que lutam pela sua sobrevivência diária, no meio de grandes dificuldades, para chegar ao fim do mês com o magro salário que ganham, e que, apesar disso, exibem telemóveis sofisticados – por vezes, tendo até mais que um – para depois virmos a saber que tiveram de os ir depositar na penhora em troca por dinheiro para satisfazer necessidades mais imediatas. Em menos de meio século, houve um aumento de seis vezes mais nos índices de consumo, sob a pressão de um forte condicionamento cultural que influencia o comportamento das pessoas. Líderes de governos e economistas de renome defendem que o consumo é necessário para estimular o crescimento da economia. E a florescente indústria da publicidade seduz continuamente as pessoas, fazendo-lhes acreditar que serão mais felizes se tiverem acesso aos bens e serviços do progresso material.
Mas precisamos realmente de comprar e possuir tantos bens de consumo que a modernidade nos oferece? Tom Hodgkinson escreveu recentemente no Guardian: «De facto, nós sobrevivemos bastante bem, durante milénios, sem computadores e telemóveis. Shakespeare não possuía Blackberry e Aristóteles conseguiu ser o que foi sem um Iphone. O Cristianismo espalhou-se pelo mundo inteiro sem blogues e Internet. Cristo fez o sermão da montanha e deu a conhecer o seu programa sem recorrer a uma apresentação powerpoint. Toda esta nossa tecnologia não é necessária para se ter uma vida feliz.»
Esta linha de pensamento «provocadora» ajuda-nos a focalizar a nossa reflexão naquilo que é essencial na vida e no que queremos fazer do nosso mundo. O consumismo desenfreado é a maior causa da degradação ambiental, para além de ser também causa de degradação moral; as pessoas atiram para trás das costas os valores morais para alimentarem uma sede de ter e de prazer que sacrifica valores e comportamento éticos. Muitos dos ecossistemas da Terra estão em risco de extinção e nós vivemos num planeta com recursos limitados: não podemos continuar a explorá-los desta maneira, pois pomos em risco o futuro, nosso e das gerações vindouras.
A ciência e a economia não possuem a fórmula para salvar o nosso planeta das nossas destrutivas maneiras de viver. A solução está na decisão de vivermos de uma maneira mais sustentável, que implica a opção por vivermos vidas mais simples e modestas, contentes em termos o necessário. Esta opção leva necessariamente a não cooperar com uma cultura do desperdício que promove o consumo, a destruição das coisas só porque têm de ser substituídas por outras novas.
A compulsão para comprar e exibir os bens de consumo conotados com moda e estatuto social – carros de luxo, roupas de marca, gadgets electrónicos – é sintoma de baixa auto-estima e dependência. O desafio é combater essa compulsão promovendo uma visão da vida, uma espiritualidade, que abrace os mais genuínos valores da simplicidade, da solidariedade e da comunhão com a Natureza e os demais seres humanos. O dinheiro e os bens de consumo que ele pode comprar podem contribuir para o nosso bem-estar mas não nos asseguram a felicidade. Sobriedade, domínio e dom de si, verdade, amor, relações pessoais autênticas, comunhão, meditação, empenho de fé podem fazer muito mais pela nossa felicidade. sexta-feira, 23 de julho de 2010
Santa Brígida, uma Santa que viveu "com os pés assentes na terra" e o coração preso a Deus
"Indicando Santa Brígida como co-Padroeira da Europa, desejo torná-la conhecida não só aos que receberam a vocação de uma vida de especial consagração, mas também aos que são chamados às naturais ocupações da vida laical no mundo e, sobretudo, à exímia e exigente vocação de formar uma família cristã.
Sem se deixar influenciar pelas condições de bem-estar do seu meio aristocrático, ela viveu com o marido Ulf uma experiência conjugal, onde o amor esponsal se uniu à oração intensa, ao estudo da Sagrada Escritura, à mortificação e à caridade. Juntos fundaram um pequeno hospital, onde frequentemente cuidavam dos enfermos. Brígida tinha também o hábito de servir pessoalmente os pobres. Ao mesmo tempo, era apreciada pelas suas qualidades pedagógicas, que teve ocasião de pôr em prática no período em que lhe foi pedido que servisse na Corte de Estocolmo. Desta experiência amadureceram os conselhos que, em diversas ocasiões, veio a dar aos príncipes e soberanos, para desempenharem correctamente as suas funções. Mas os primeiros a beneficiar de tudo isto foram certamente os seus filhos, e não é por acaso que uma das suas filhas, Catarina, é venerada como santa. [...]
Depois da morte do esposo, ouviu a voz de Cristo que lhe confiou nova missão, guiando-a passo a passo com uma série de graças místicas extraordinárias. [...] Com a força que é o eco dos antigos grandes profetas, ela falava com segurança a príncipes e pontífices, revelando os desígnios de Deus acerca dos acontecimentos históricos. Não poupou severas advertências, nem mesmo em matéria da reforma moral do povo cristão e do próprio clero [...]
Nas terras escandinavas, pátria de Brígida, que estão separadas da plena comunhão com a Sé de Roma após os tristes acontecimentos do século XVI, a figura da Santa sueca permanece como um precioso elo ecuménico, também reforçado pelo esforço realizado neste sentido pela Ordem religiosa por ela fundada."
João Paulo II
in Carta apostólica Spes Aedificandi (a partir da trad. DC2213, 7/11/99)
Sem se deixar influenciar pelas condições de bem-estar do seu meio aristocrático, ela viveu com o marido Ulf uma experiência conjugal, onde o amor esponsal se uniu à oração intensa, ao estudo da Sagrada Escritura, à mortificação e à caridade. Juntos fundaram um pequeno hospital, onde frequentemente cuidavam dos enfermos. Brígida tinha também o hábito de servir pessoalmente os pobres. Ao mesmo tempo, era apreciada pelas suas qualidades pedagógicas, que teve ocasião de pôr em prática no período em que lhe foi pedido que servisse na Corte de Estocolmo. Desta experiência amadureceram os conselhos que, em diversas ocasiões, veio a dar aos príncipes e soberanos, para desempenharem correctamente as suas funções. Mas os primeiros a beneficiar de tudo isto foram certamente os seus filhos, e não é por acaso que uma das suas filhas, Catarina, é venerada como santa. [...]
Depois da morte do esposo, ouviu a voz de Cristo que lhe confiou nova missão, guiando-a passo a passo com uma série de graças místicas extraordinárias. [...] Com a força que é o eco dos antigos grandes profetas, ela falava com segurança a príncipes e pontífices, revelando os desígnios de Deus acerca dos acontecimentos históricos. Não poupou severas advertências, nem mesmo em matéria da reforma moral do povo cristão e do próprio clero [...]
Nas terras escandinavas, pátria de Brígida, que estão separadas da plena comunhão com a Sé de Roma após os tristes acontecimentos do século XVI, a figura da Santa sueca permanece como um precioso elo ecuménico, também reforçado pelo esforço realizado neste sentido pela Ordem religiosa por ela fundada."
João Paulo II
in Carta apostólica Spes Aedificandi (a partir da trad. DC2213, 7/11/99)
Subscrever:
Mensagens (Atom)




